terça-feira, 19 de março de 2013

ESPELHO, UMA ILUSÃO.



Eu não estou lá.
Sou aqui!
Tão pouco sou eu, imagem externa!

A matéria é invisível e o que vejo em mim é luz refletida.
Quem eu vejo ali, nada tem a ver comigo!
Foi preciso escrever um livro onde me desnudo narrando vísceras, verdades nas minúcias que vivi para eu ser apresentado a mim mesmo através da óptica dos meus leitores.
Sim, são eles que estão me dizendo quem sou, coisa que sequer imaginava. 
Pouco sabia de mim. Somente sentia, vez ou outra, sinais tênues, talvez de alguém familiar.
Agora, desbravado, descoberto e revelado tanto para mim mesmo quanto para o mundo, experimento uma agradável sensação quase que indescritível misto da sutil surpresa, toque leve duma vaidade inevitável. 
Alegres Boas-vindas.
Ainda que convivendo comigo a vida toda, o meu olhar introspectivo sempre foi limitado, míope, semi-real.
Mas, agora, não!
Através desse olhar de poderoso telescópio, visão aguçada dos meus admiráveis leitores sei de mim tanto melhor. 
Cosmos interno e gosto do que a mim me foi apresentado.

Muito prazer em conhecer-me!







O AMOR REAL





"O amor real não existe quando duas pessoas estão grudadas, somente poderá ser estabelecido entre duas fortes pessoas que estão seguras de sua individualidade. Caso queira um verdadeiro amor, é fundamental desenvolver uma forte auto-identidade em primeiro lugar. O amor verdadeiro não está no ato de fingirmos ser o que na verdade não somos. O amor ideal é somente criado entre duas pessoas sinceras, maduras e independentes."
DAISAKU IKEDA

sábado, 16 de março de 2013

Duas mulheres e um homem

http://youtu.be/cVTkHgC--2Q







Duas mulheres e um homem.
Osasco, Risomar e Hagop.
Exposição? Qual nada!
Desfile de beleza inteligente.
Arte, música, mulher...
Pintando é sensibilidade pura.
Escrevendo é a maestrina,
Já de há muito, tão conhecida e reverenciada.
Mente privilegiada.
Meigo disfarce de uma leoa.
Pintei Risomar, um dia.
Ainda bem!
Hoje, conheci o seu trabalho,
E, só então, reconheci o meu.

Poema dos Novos Ventos ao Meandros







Poema dos Novos Ventos ao Meandros.

Meu caminhão é o meu caminhar.
Sertanejo, principio de tudo.
Horto Florestal, Mairinque.

"Viver é chegar onde tudo começa.
Amar é ir onde nada termina".

Sem desejar ser água estagnada, segui.
Mesmo sentindo que poderia não sair do lugar.
Caminhão meu, foi quem quis.

Traz-me até aqui.
Devolvido ao amor Fênix.
Recomeço.
Longe do sertão, longe das matas de outrora.

Sou, agora.
Amante, amado.
Na Metrópole que me viu nascer.
E que haverá que me conceder.
O chão, o solo, canto do cisne negro.
Berço do repouso eterno.
Onde, por ventura minha
Tornarei a ser com você.

quarta-feira, 13 de março de 2013

DESINFECÇÃO

Quando a maioria da população, decidir que é hora de marchar com um único rosto, um só pensamento na direção da faxina, nada será capaz de detê-la.