terça-feira, 12 de outubro de 2010

SERRA DA MATA ESCURA.





Lobos em pele de cordeiro. Guardiões da velha política dos coronéis adeptos da permanência no cargo pra todo sempre e que não largam o mamar eterno na teta farta. Velhas raposas astutas, dissimuladas, perigosas...mas, descuidadas quando deixam de perceber que o olhar, o semblante, o sorriso forçado e a expressão do rosto falam muito mais do que a sua oratória rebuscada tão carregada na tinta do iludir.
Estúpidos, grosseiros, de hábitos regionalistas viciados, tapa olho na direção do mais pobres.
Não se governa um país com queijo, xingamentos, fusca, truculência, pizza, arrogância ou acarajé.
O mundo mudou! O Brasil mudou! Só vocês se recusam a mudar porque não sabem fazer nada diferente daquilo que sempre fizeram: Enganar, discursar, falar, falar sem cumprir nada do que pregam aos quatro ventos.
Não se conquista vitória eleitoral com falácias, cinismo, mentiras ou ódio. Tão pouco com telefonemas de conchavo.

Vai Brasil de milhões, tanta gente. Fuja dessa armadilha sinistra. É um engodo o que te espera, lá!
A Serra da Mata Escura oferece muitos perigos! Vai longe o tempo em que éramos reféns desse exílio forçado onde a fome, os pés descalços e o relento, eram a nossa sina, pela imposição da má gestão da coisa pública. Fortunas em dinheiro vivo despejadas nos bueiros da corrupção, do descalabro e do mal caráter.
Na clareira do presente é sua missão galgar o topo desse cume que há 510 anos vens escalando passo a passo e que nem as rasteiras da negligência, as tempestades do abandono e a escuridão nefasta dos escândalos, roubos e falcatruas o impedirá de lá, chegar.
Faz sol radiante, agora, para, a ti guiar-te em segurança.

É tempo maduro!


Vá!

sábado, 2 de outubro de 2010

EDUCAÇÃO MUSICAL NA INFÂNCIA



Quem me dera tivesse eu, a mesma oportunidade.
Quem me dera.

SUPIMPA!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

DEBATE NA TV.






Realizado com regras absurdas de limitação de tempo eis que se encerram os debates dos candidatos do pleito de 2010.
Sob a minha óptica, não está mais valendo a pena perder horas na frente da TV para assisti-los, pois, tudo não passa de um teatro, jogo de cartas marcadas, brincadeira de mau gosto.
Em sendo o futuro do país algo tão importante e para mim é, porque não se dá aos debates a sua verdadeira expressão como ferramenta primordial para o preparo do eleitor?
Essa coisa de fazer do evento uma passarela para o desfile das vaidades das emissoras de TV e os seus moderadores que mais se parecem com vedetes em espetáculo do teatro de revista, já cansou.
Penso que o país é mais importante!
Penso que o formato deve valorizar, enfatizar, enaltecer essa importância, dando tempo para que os candidatos, de fato, possam fazer suas explanações, exposições e motivos de um modo muito mais amplo, fazendo-os livre dessa mordaça covarde e tendenciosa do tempo esgotado, nitidamente praticado com rigor para uns e nem tanto para outros.
Uma vergonha!
Ainda assim, com limitações e vícios inadmissíveis, o pouco que se pode notar entre os candidatos é que eles não são diferentes uns dos outros. São complementares, posto que, o que falta em um o outro apresenta como sobra. Portanto, já é tempo dessa coisa patética chamada de debate ser reformada profundamente para que o espetáculo da democracia não seja mutilado, reprimido ou cerceado por regras rígidas de interesses contrários aos da Nação, pois, nenhum candidato pode dizer quase nada daquilo que gostaria ou precisava, dizer e isso é ruim para nós que precisamos saber deles a que vieram.
Observei com cuidado Marina, Dilma e Plínio serem aplaudidos e o silêncio para Serra.
Significativo!
Gostei da desenvoltura da Marina com a qual eu concordo literalmente quando diz que o Brasil precisa de um planejamento amplo e abrangente para o futuro. Já chega de políticas de bombeiros. Gostei do semblante, do olhar da Dilma ao final do debate, um olhar que disse muito mais do que todos os discursos que fez. Lembrando que ela é uma lutadora contra um câncer.



“Tentei não fazer nada na vida que envergonhasse a criança que fui”.

José Saramago.

(Metadinha, licença) brincadeira que fazia repartir com o outro, tudo aquilo que tínhamos como alimento. A mistura de raças. O respeito às meninas, aos mais velhos, aos professores, à Instituição Presidente da República. Civismo, honestidade, civilidade, amor à Pátria, para ficar nalguns exemplos.
Sê a criança que fui ainda vive em mim, porque divergir tão radicalmente dela? Porque o indivíduo cresce, fica “besta” e passa por cima de princípios tão valiosos?
Eu não entendo!

Será que essa doença de ter “vergonha de ser honesto”, generoso, gentil, manso, pega?

Conheço pessoas, homens e mulheres que cresceram comigo, mas que ao se tornarem adultos e prósperos, (assim ou assado), viraram bicho vorazes, gananciosos, preconceituosos, desonestos e cruéis. Egoístas, estão ricos de bens materiais, mas paupérrimos de espiritualidade, ainda que alguns ostentem a patente de religiosos.
Que coisa triste!

Tinha amigos que me chamavam de irmão negro deles, só que hoje, fingem que não me conhecessem quando nos encontramos em algum evento importante.
Então, eu pergunto:
Será que eu perdi um amigo ou ganhei outra amostra da pequenez humana?

Diz o budismo:

“O ramo de trigo, quanto mais cresce, mais se verga”.

Essas pessoas, lamentavelmente, optaram pelo caminho inverso.